Feliz natal a todos que irão beber e comer muito hoje. Não se esqueçam do espirito natalino, hoje vale tudo.
Mas seguindo sempre o que o maestro Tim um dia disse: "Só não vale ficar homem com homem e nem mulher com mulher". Tô brincando ein. RS
#mechamaqueeuvou
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
A esperança de Usui e o sonho do Friendzone
É sabido que o sonho do Friendzone é ultrapassar a barreira intransponível da amizade (esta mais resistente que a barreira do castelo de Hades). Talvez nem alcançando o oitavo sentido seja possível ultrapassar o limite da palavra "amigo" para o Friendzone. Então o jeito é se tornar amigo e manter o sonho de que "um dia tudo pode mudar, basta acreditar".
Neste sentido, no anime/mangá Rurouni Kenshin, houve um guerreiro que também se tornou friendzone. Usui foi um samurai que tentou assassinar Shishio mas não obteve êxito. No entanto, por ironia do destino (no caso, vontade do Shishio em dominar o Japão), Usui foi convidado a se tornar membro da Juppongatana (party do Shishio, só os Tops malvadões), então o guerreiro friendzone derrotado resolveu adotar a mesma esperança de seu sucessor, se tornou malvadão com o discurso "um dia, quando Shishio estiver distraído, vou mata-lo e tomar a Juppongatana pra mim), no entanto, diante da incapacidade e da barreira intransponível da amizade (embora esta forçada), a esperança de Usui ficou no plano das ideias e morreu (literalmente) sendo amigo (pois jamais conseguiu o que queria).
Será a Friendzone uma condição absoluta de nulidade entre as partes que tão bem se conhecem?
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Lembrete do Yoda
De nada adianta o sujeito postar e colar frases, provérbios chinês ou vietnamita se não existe ação.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Céu
De nada adianta estudo sobre metafísica, Filosofia entre outros se a imaginação continua a indagar sobre o que não é físico. Um céu sem Deus e um jardim habitado por almas que não mais habitam o plano terrestre.
A criança que duvidou na infância é quem continua a ditar sobre o que não pode ser explicado.
A criança que duvidou na infância é quem continua a ditar sobre o que não pode ser explicado.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Hiperativo hipotético
Hiperativo hipotético
Se o esforço te alegra, pois então, esforça-te. Hipótese do esforço te alegrar.
Aquele que ama antes de tudo o repouso, que repouse.
Opostos de vontade sem pretensão de universalidade.
Se o esforço te alegra, pois então, esforça-te. Hipótese do esforço te alegrar.
Aquele que ama antes de tudo o repouso, que repouse.
Opostos de vontade sem pretensão de universalidade.
Trechos retirados do encontro de Nietzsche e Clóvis de Barros.
Querer algo e querer algo para a eternidade.
Toda alegria busca a eternidade.
A vida na vontade e não no desejo.
Pergunta essencial:
Será que você quer repetir isso pela eternidade?
Eterno retorno como processo seletivo de discriminação do que vale a pena e do que não vale a pena.
Exemplo usando a ideia do Eterno Retorno
Como escolher um curso de direito sem possuir vontade de cursa-lo e, ao terminar. Diante da pressão e sem saber o que quer realmente fazer por infinita vezes, acabar por ser mais fácil fazer o que você não desejaria. Afinal de contas alguma coisa tem que fazer.
Parafraseando Clóvis de Barros
http://vimeo.com/80514735
Toda alegria busca a eternidade.
A vida na vontade e não no desejo.
Pergunta essencial:
Será que você quer repetir isso pela eternidade?
Eterno retorno como processo seletivo de discriminação do que vale a pena e do que não vale a pena.
Exemplo usando a ideia do Eterno Retorno
Como escolher um curso de direito sem possuir vontade de cursa-lo e, ao terminar. Diante da pressão e sem saber o que quer realmente fazer por infinita vezes, acabar por ser mais fácil fazer o que você não desejaria. Afinal de contas alguma coisa tem que fazer.
Parafraseando Clóvis de Barros
http://vimeo.com/80514735
domingo, 17 de novembro de 2013
Viagens pela Filosofia - Escola Pré-Socrática - Parte II
Viagens pela Filosofia – Escola Pré-Socrática – Parte II
No capítulo anterior foi dado inicio as especulações acerca
da escola Pré-Socrática, aliás, nome este em razão das ideias defendidas pelos
pensadores da época que antecederam o pensamento socrático. Questões sobre cosmologia e natureza marcaram
o momento.
Falar, ler, ouvir sobre Filosofia soa como uma viagem no
tempo. Lendo e imaginando o momento do filósofo é possível resgatar a essência
do momento. Ouvir a voz do passado que continua a ecoar transmitindo saber
através das eras. Nesta esteira, podemos
retornar o raciocínio sobre o tema.
Anaxímenes de Mileto (588 a.C – 524 a.C), foi aluno de Anaximandro.
Filósofo Pré-Socrático que em relação a arque, diferente de seus predecessores
(Tales com a água e Anaximandro com Apeíron) associou como elemento primordial
o ar. Seu raciocínio baseado em observações de fenômenos da natureza tal como condensação.
“... do ar dizia que nascem todas as coisas existentes, as
que foram e as que serão os deuses e as coisas divinas.”
Anaxímenes em seu livro ‘Física’
O próximo filósofo a ser lembrado é um conhecido pela
multidão que em algum momento já leu sobre Filosofia ou apenas ouviu falar.
Heráclito de Éfeso, um queridão das antigas.
Heráclito (540-470 a.C), conhecido como “O obscuro”, misantropo
e cativante na forma de ensinar e explicar seu ponto de vista. O professor
carrancudo, altivo, melancólico do passado também faz parte do time
Pré-Socrático, no entanto, não acreditava em apenas um elemento como primordial
na existência primeira e sim uma harmonia de contrários mais o elemento fogo. Para
Heráclito, tudo era devir, derivado
do grego significa “tudo flui”. A explicação do termo advém da ideia que as
coisas se completam através de seus contrários. O pensamento de Heráclito é uma
oposição clara a outro pensador da mesma época de nome Parmênides de Eléia (que
afirmava justamente o contrário, que o Ser é imutável, elemento primordial
baseado na ausência do devir), mas a
relevância dessa discussão será lembrada em outro momento. Heráclito buscou
inserir o homem e a natureza no todo. Logo, as transformações da Phisys (natureza) são consequências da
eterna luta entre os opostos, ação e reação. Segue em anexo algumas de suas
máximas com alguns comentários para facilitar ainda mais o entendimento sobre o
filósofo do devir.
“Da luta dos contrários é que nasce a harmonia.”
Ora, quando o Sol se recolhe e vem a Lua é que o dia se
completa.
“Tudo o que é fixo é ilusão.”
Resposta a Parmênides e reflexo de seu pensamento baseado no
devir como arké.
“Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio .”
Por todas as coisas mudarem o tempo todo mesmo uma pessoa
que volta a entrar num rio em que já esteve, nada será do jeito que já foi um
dia (parafraseando o rei Tim Maia que ensinava como Heráclito através de poesia
musical sobre o devir)
Tal pensamento nos leva a ideia do símbolo taoísta de ying e
yang. O fluxo constante das coisas que mudam a todo tempo seria a unidade
absoluta de nome “logos”. O elemento atribuído como responsável das
transformações na natureza foi o fogo, por acreditar nas formas de manipulações
do fogo. (alusão aos alquimistas.)
Para finalizar a lembrança de Heráclito, é válido trazer o
entusiasta musica, que talvez sem saber, tenha ensinado através de poesia
musical sobre o devir da vida. O mais
legal é que essa figura é brasileira de nome Tim Maia.
Em seu ensinamento musical chamado “Como uma onda”, ensinou:
Nada do que foi seráDe novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo
Link: http://www.vagalume.com.br/tim-maia/como-uma-onda.html#ixzz2kyLvxeLE
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